Monthly Archive março 2019

Reestruturação empresarial

Fazer a arquitetura de um novo modelo de gestão e reestruturar toda a empresa para chegar a este padrão. Os detalhes dos diversos setores da organização são estudados profundamente  para identificação de oportunidades de maximização de resultado.

  • Levantamento de pontos críticos e pontos fortes.
  • Estudo e a avaliação dos métodos e do perfil do gerenciamento.
  • Estudo e correção dos sistemas de controle da empresa.
  • Estudo e correção dos processos produtivos.
  • Elaboração de planejamento estratégico de curto, médio e longo prazo.
  • Co-gestão de finanças e controladoria.

Reeducação de empresários

Avaliação dos métodos e do perfil do gerenciamento dos negócios, avaliando os gestores responsáveis pela condução, com a sugestão de novas formas de gestão. Visam o aumento da produtividade, a eficiência dos processos; através da correção de condutas pessoais dos gestores que influenciem  negativamente nos resultados empresariais.

  • Avaliação do formato de gestão.
  • Levantamento de não conformidades oriundas do formato de gestão.
  • Correções e acompanhamento das mudanças.
  • Avaliação dos critérios de definição de preços e margens.
  • Auditoria e transferência do Know how para leitura adequada dos indicadores de produtividade e qualidade das diversas áreas.

Consultoria em Gestão

Monitoria de todas as operações da empresa com ajustes para a melhoria das atividades e negócios. São oportunidades para discutir conceitos, avaliar os gestores responsáveis pela condução dos negócios, questionar e sugerir novas formas e métodos operacionais ou detalhes dos diversos setores da organização, resultando em uma maior coordenação, segurança nas operações e a identificação de possibilidades de maximização de lucros.

  • Avaliação de todos os processos nas áreas de produção, compras, finanças, administrativa e contábil para conhecimento da situação atual;
  • Levantamento de possibilidades de melhora da eficiência e produtividade;
  • Redução de erros e eliminação de atividades que não agregam valor ao negócio;
  • Avaliação dos critérios de definição de preços e margens;
  • Análise da composição e da apuração dos custos fixos e variáveis;
  • Auditoria de ciclos, paradas, set-ups e perdas.
  • Auditoria dos indicadores de produtividade e qualidade das diversas áreas.
  • Análise e avaliação da integridade das informações.

Consultoria é um investimento?

Quando um empresário pensa em contratar uma empresa de Consultoria, seja de que ramo for, usualmente fica reticente. Seu receio: aumentar suas despesas.
Independentemente do problema que tenha, o valor despendido com uma Consultoria deve ser visto como um investimento. Empresas de Consultoria só sobrevivem quando geram lucros a seus clientes. Portanto os resultados precisam superar os seus custos.

Nunca deixe de orçar um serviço. Caso a consultoria perceba que tem poucas chances de êxito, serão os primeiros a dispensar o serviço e, com franqueza, lhe informar o porquê não realizarão o trabalho.

Cinco Erros Básicos do Pequeno Empreendedor

Cinco erros básicos do pequeno empreendedor que sonhou com o sucesso antes de abrir sua empresa mas, não estava preparado para alcança-lo.

1-Preocupar-se em aumentar suas vendas sem conhecer se o preço cobrado é maior que os custos do negócio. Quando se opera com prejuízo operacional, quanto maior a venda , maior será o prejuízo.

2-Crescer numa velocidade superior a capacidade de financiamento do negócio, recorrendo a financiamento bancário que causa sensível redução nas margens de lucro e risco eminente de perda do controle do negócio.

3- Não estudar adequadamente nem planejar suas vendas, seu fluxo de caixa ou o desempenho de seus colaboradores.Normalmente leva a empresa a dificuldades financeiras que seriam previsíveis com antecipação e poderiam ser evitadas.

4-Misturar as despesas da pessoa física com a da pessoa jurídica. é comum que o problema financeiro da empresa seja oriundo de um descontrole nas contas da pessoa física, que não será notado quando tudo está misturado.

5-Contratar pessoas desqualificadas para pagar pouco. Isso aumenta a responsabilidade do gestor que além de controlar seus negócios, terá que controlar e corrigir erros de seus colaboradores. Esse é o famosos barato que sai caro.

Sócio de gestão

Ser o único empresário em um negócio traz uma desvantagem. Não se consegue uma diversidade de opinião sobre os rumos a tomar. Já empresas com números pares de sócios vencem essa dificuldade, no entanto, apresentam impasses que, por vezes, travam a operação. No modelo de trabalho Sócio de Gestão, o mais importante, a avaliação imparcial é assumida por nossos consultores, em consequência potencializam os resultados e minimizam os riscos da decisão. Seremos Sócios na decisão mas, isso não representará ônus à sociedade. Fale conosco.

Diagnósticos organizacionais para melhoria das atividades…

Foi um dos sucessos obtido neste cliente com uma empresa de pequeno porte que conseguiu agregar valor a seus serviços devido aos relatórios de diagnósticos gerados.

Reestruturação empresarial

Fazer a arquitetura de um novo modelo de gestão que seja mais importante. Reestruturar toda a empresa para, então, chegar a um padrão melhor. Os detalhes dos diversos setores da organização são estudados profundamente, visam identificar as oportunidades de maximização dos resultados.Entre em contato

O convívio da empresa com as redes sociais.

Um estudo da universidade americana de Purdue, feito sob encomenda da empresa de softwares McAfee com 1.055 empresários em 17 países que adotaram tecnologias 2.0, revelou números surpreendentes no Brasil. 90% das empresas brasileiras pesquisadas utilizam redes sociais como Facebook ou Twitter e três entre quatro destas empresas informaram que estão lucrando com estas ferramentas.

Como o estudo foi realizado em empresas de maior porte, os 90% reduzir-se-iam a no máximo 10% se considerássemos o universo total de empresas, com a inclusão das micro, pequenas e médias empresas. Mas o fato é que se evidencia uma tendência que impactará não só os internautas mas também os empresários.

O contato mais próximo que as empresas conseguem com seu consumidor final pode gerar e está gerando retorno para as empresas que investiram nesse nicho. Mas há um processo vicioso: os consumidores são, ao mesmo tempo, trabalhadores de outras empresas, e a utilização destes softwares tem sido combatida por provocar a perda de qualidade e tempo de trabalho. Boa parcela dos lucros que alguns têm obtido com estas ferramentas tem origem em pessoas que desperdiçam o tempo de seu trabalho mergulhadas em redes sociais.

Ou seja, o lucro de um é o prejuízo de outro.

Calcula-se que no Brasil um terço das empresas impõem restrições ao uso de sites como o Facebook, e o número cresce a cada dia. Essa restrição é vista, algumas vezes com maus olhos pelos funcionários, que se esquecem que vendem suas horas de serviço e atenção às empresas. Para que se tenha idéia, o tempo médio de cada login no Orkut é de 25 minutos; no Twitter, 20 minutos; no Facebook, 16 minutos. Boa parte desse tempo é desperdiçada nas empresas em horário de trabalho. Como a tendência é que a cada dia as restrições no uso da internet no horário de trabalho sejam maiores, chegaremos a um ponto em que, eventualmente, os que lucram hoje não alcançarão amanhã números tão substanciosos e terão que se voltar ao consumidor em suas horas vagas. Isso mudará o cenário pois, a meu ver, Facebook e Twitter, têm um apelo maior como distração no horário de trabalho do que quando concorrerem somente com nossos momentos de diversão.

Não havia Facebook nem Twitter quando Lacordaire alertou: “Por toda parte onde se quer vender, o homem encontra compradores.” Isso nos induz a pensar se não somos vítimas de um processo de servidão. Usamos ou estamos sendo usados por esses sites e empresas?

Pela certeza que temos de que toda empresa visa o lucro, é necessário refletir!

“Adicionar” e “seguir” são termos de uso comum nessas ferramentas. Tenho a percepção que os seguidores, se não se cuidam, estão na verdade sendo seguidos e controlados. Os “adicionantes”, se não atentarem, restarão colados como insetos à lâmpada quente, distanciando-se diariamente da vida real que, por si, é o que importa.

Vale a pena cada um pensar como nos atingem essas ferramentas na vida real, para não conhecer na pele o que pensava Benjamin Franklin: “Se comprares aquilo de que não careces, não tardarás a vender o que te é necessário.”

Eterno recomeço

Foram poucos meses, ou dias, e nossas mentes foram direcionadas a conviver com catástrofes de ordens diferentes e que nos remetem a pensar melhor sobre a vida.

Deslizamentos de terras no Rio de Janeiro, com todo o sofrimento do caos e das perdas de entes e de bens; discórdias de cunho político no Oriente Médio levando desordem, mortes e destruição de coisas e incômodos, e a bocada do mar engolindo a costa do Japão são tragédias que revelam algo pior que começar do zero: o recomeçar faltando muita coisa. Gente, parentes, amigos, ordem, ânimo – e vai por aí.

São as chamadas crises, que aparecem como o vento e, da forma que vêm, vão, mas nunca sem deixar a marca de sua passagem.

Conta-se que Thomas Edison, aos 67 anos (ainda homem ativo, mas com o peso da idade), foi chamado às pressas, pois sua fábrica ardia em chamas. Segundo seu filho, o fogo consumiu absolutamente toda a fábrica, carregando o trabalho de uma vida. No dia seguinte, literalmente o rescaldo de uma vida, o famoso inventor, revendo o que restara, refletiu: “As calamidades têm seu valor. Todos os nossos erros pegaram fogo. Graças a Deus, podemos começar de novo.” Em outro momento, o não menos famoso Henry Ford arrematou: “O fracasso é a chance de se começar de novo, com mais inteligência.”

No nosso micro-universo do “eu”, temos também nossos tsunamis, conflitos e deslizes que, às vezes, nem são tão grandes como imaginamos. Mas fazem lá o seu estrago. Como vivemos em sociedade, entretanto, temos a oportunidade de aprender com os exemplos da vida de outras pessoas. Com isso, conseguimos reconstruir, também, nossos conceitos e ações. Quando comparamos estes acontecidos com nossa vida, reconhecemos: quantas vezes entramos em pânico por coisas pequenas? Por quantas bobagens perdemos noites de sono? Quanto medo temos de não arregimentar forças se uma tragédia nos levar embora o emprego, o dinheiro, os bens, ou parentes? Temos tanta pena de nós mesmos que detemos a força de reação que existe dentro de nós e turvamos nossa capacidade de reconhecer, efetivamente, o que somos e do que somos capazes.

No trabalho, quantas vezes assistimos ao desespero tomar conta de toda uma empresa, do patrão ao empregado, tímidos e sentindo-se injustiçados quando são na verdade chamados ou compelidos a agir?

Dentro de casa, quantos momentos de insônia, preocupação e sentimento de incapacidade vivemos, no relacionamento, na educação dos filhos e na própria vida, sem notar que se fez outro momento de agir?

A lei é antiga, de Lavoisier: “Na natureza nada se cria e nada se perde, tudo se transforma.”

Começar de novo faz parte da vida. Faz com que nos transformemos e nos esqueçamos disso. Reiniciamos de novo todo dia de manhã, vamos nos alimentar novamente após cada refeição, nos lavamos outra vez, nos vestimos de novo, enfim, fazemos tudo novamente como se fosse a primeira vez – só que a cada vez com mais experiência ao fazê-lo.

É hora de notarmos que somos seres criados para começar de novo, sempre, e em vez de de culpar aos negócios que estão difíceis ou os relacionamentos complicados, parar de reclamar e por mãos à obra do recomeço, por mais difícil que se faça a paisagem e por maior que pareça o desafio.

A natureza tem voltado seus holofotes para isso. Já foi assim no passado com exemplos como o da própria potência chamada Japão, que é a mesma terra antes destruída pela Segunda Guerra Mundial (e reconstruída pela sua população), ou de uma mundialmente famosa Honda Motors, que viveu dias de fracasso em situação de insolvência por três vezes, reagiu e hoje é uma corporação robusta.

Paro por aqui. Afinal, eu e você temos coisas urgentes a recomeçar.