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E a saúde da empresa?

Só temos bem estar com o funcionamento de todo o corpo

Tem momentos em que não estamos bem, por exemplo. Estamos com uma dor de cabeça que nos incomoda, ou falta de forças, uma gripe. Tudo isso interfere no nosso sentir e no nosso agir. Nesses dias nos sentimos mal. Consequentemente não rendemos o que poderíamos como quando estamos bem.

Numa empresa não é diferente, se algum setor não funciona adequadamente, a empresa não está bem. Pode até viver mas não vive bem. Como a empresa não aponta por si só que não está bem, diagnosticar por ela é a grande chave da saúde empresarial.

 

Fazer um check up regularmente

Orientação comum entre os médicos é que nos submetamos a exames médicos e laboratoriais com alguma frequência. Isso pode antecipar a detecção de doenças e sobretudo, indicam os desajustes que temos e que tratados com antecedência evitarão que alguma anomalia apareça.

Numa empresa deve ser igualmente assim, avaliar desempenho, indicadores da empresa, processos, permite que as correções possam ser feitas enquanto a empresa ainda está saudável. Lamentavelmente a maioria dos empresários, por não executarem esse check up  só se darão conta de que há uma anomalia quando o estrago já está feito

 

Muita gente se preocupa em ser magro mas não se preocupa em ser leve

Essa frase representa bem o como pensamos com relação ao corpo físico, vale mais a aparência, vale pouco o que somos por dentro. Vale, enfim, mais o que os outros veem do que o que efetivamente somos.

Quando traduzimos a frase para o ambiente empresarial, todos pretendem uma empresa magra, poucos funcionários, pouco trabalho e muito resultado. Mas o que funciona é uma empresa leve. Uma empresa leve é aquela que com rapidez se modifica se reposiciona. Importa menos o que os outros veem e importa muito o que ela é.

Carlos Alberto Pompeu de Toledo  011-3382-1375

carlos@gcapts.com.br

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Pejotização

Segundo o IBGE são 12% de nossa população ativa desempregada ou, 12.669 milhões de pessoas. A palavra da moda a pejotização , nesse cenário o único índice que vem crescendo consideravelmente é o número de autônomos.

A falta de alternativa leva muitos a se aventurarem como autônomos, sendo que, o próprio peso e risco da lei trabalhista conduz o empresário a dar preferência na contratação de profissionais pessoa jurídica ou prestador de serviço sem vínculo empregatício. A chamada Pejotização ou o autônomo exclusivo. A provável razão para o aumento de autônomos no mercado.

Confunde-se o que o governo aprovou, a terceirização de atividades fim. No entanto, Terceirização e Pejotização são coisas diferentes.

A terceirização ocorre quando uma empresa contrata outra empresa para executar suas atividades. A empresa contratada deve ter seus funcionários contratados pelo regime previsto na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com garantia de todos os direitos trabalhistas.

Já a  “pejotização” consiste em contratar funcionários (pessoas físicas) por meio da constituição destes de uma pessoa jurídica para prestar serviços, camuflando uma relação de emprego especialmente pela presença da subordinação e com a finalidade de afastar o dever de pagamento das verbas e dos encargos trabalhistas e previdenciários. Em conclusão, uma conduta que,  continua sendo considerada ilegal.

A pejotização não pode configurar a substituição de um trabalhador com carteira assinada por outro contratado como pessoa jurídica. Exceto se seu trabalho for aunônomo. Se o colaborador comprova que houve subordinação do contratante para com o contratado a justiça trabalhista tem reconhecido o vínculo empregatício. Portanto, deve-se tomar cuidado.

Carlos Alberto Pompeu de Toledo  011-3382-1375

carlos@gcapts.com.br

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O poder da boa informação

O primeiro ministro do Reino Unido Winston Churchill, que viveu em meados do século passado disse:

“O Orgulhoso prefere perder-se a perguntar o caminho”.

Parece que olhava para algum brasileiro quando fez a frase, tão real e tão atual.

Comparando o tempo de Churchill, quando as informações eram registradas manualmente, com os tempos de hoje, o número de informações e a velocidade com que temos que processá-las multiplicou-se e mudou o mundo.

Passamos a viver na Era da Informação mas, só uma informação correta pode nos levar a caminhos assertivos.

Informação fonte de Poder

A boa informação é uma fonte de poder que nos permite analisar o passado, entender o presente e, o mais importante, prever e programar o futuro.

No entanto, grande parte do pequeno e médio empresário brasileiro dirige seus negócios completamente sem informação adequada.

Alguns com números aproximados, outros com números chutados e muitos ainda sem qualquer número que os dirija, vão como dizem: “pela intuição”.

No meio de tanta informação que temos, separar as que importam para uma segura tomada de decisão não é tarefa das mais simples. Mas, temos que correr atrás delas.

Todo negócio gera informações importantes

Todo negócio gera informações importantes que podem ser bem utilizadas, como numa loja de varejo saber a quantidade de pessoas entrando em loja, índice de conversão ou ticket médio, por exemplo.

Ou como controlar os números de compras, vendas e de estoque, tiramos a informação dos produtos que mais giram, da margem de lucro, saberemos eventualmente se temos desvios de mercadoria entre outros.

Além disso, a vida das empresas está cada vez mais vulnerável a fatores externos como variação do humor do mercado; medidas políticas e medidas econômicas.

Alinhar os números gerados pelo próprio negócio com os números externos é o que determina uma margem de erros menor. É também medida de sabedoria pois, se o seu concorrente o fizer terá grande vantagem.

Saber interpretar, cruzando diversas informações de pontos e formas diferentes é a grande expertise do mundo moderno. E você já aprendeu esse caminho para o sucesso?

Carlos Alberto Pompeu de Toledo

011-3382-1375   carlos@gcapts.com.br

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Vamos enfrentar a Crise?

Nosso pais vive um período longo com dificuldades de ordem econômica e política. Consequentemente, isso gera uma redução em todas as atividades. A chamada crise.

Se a crise por si já é um problema, há uma consequência maior e mais danosa que a origem. Quando o empresário deixa de resolver ou encontrar soluções para seu problema, sob a alegação que a culpa não está no negócio mas em algo externo como a crise ou por entender que se todos estão assim não há nada a fazer.

Vale lembrar as palavras de Abílio Diniz: -Lembre-se: não há bem que sempre dure, nem mal que nunca acabe. Essa crise vai passar. Mas não fique esperando ela acabar. Acabe com ela, ao menos na sua empresa e na sua carreira.

Vamos tirar a âncora do tornozelo?

Esse sentimento de se acostumar com a crise funciona como uma âncora. Mesmo num momento ruim as coisas se modificam. E como todos estão em crise, a criatividade dos concorrentes pode trazer modificações sensíveis de cenário. Portanto, se não estivermos atentos podem nos fazer perder o barco.

Tudo tem mudado muito. Da mesma forma, o próprio cliente tem mudado sua maneira de agir e de comprar. Portanto, reconhecer isso pode ser uma vantagem competitiva para prosperar na crise ou no mínimo neutralizar seus efeitos.

Criar um modelo interno de contingenciamento hoje é essencial. Nesse aspecto o cuidado com o capital de giro é fundamental. Com a insegurança atual e os altos juros, independer de capital externo é, acima de tudo, modelo de segurança.

Partir para novos investimentos como novos produtos, nesse momento, é um risco que não se deve ser correr. Essa pratica é comum na expectativa de encontrar uma venda nova e salvadora da pátria. Gerir o mix atual e fortalecer nos que tenham bom retorno e eliminar os com piores resultados surte em resultados mais rapidamente e com mais segurança.

A gestão de crises é uma expertise da Gcapts Consultoria. Vamos mudar?

Carlos Alberto Pompeu de Toledo  011-3382-1375

carlos@gcapts.com.br

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Lavanderias Industriais

 

As lavanderias industriais viveram enorme dificuldade nos últimos anos.

Tiveram que formalizar bruscamente suas operações, saindo da informalidade para a oficialização de todos os seus recebimentos.

Sofreram substancial aumento dos custos de insumos controlados pelo governo como: água; gás e energia elétrica.

Com a adaptação ao controle ambiental que exige produtos que não agridam o meio ambiente e que tem seus preços, consequentemente, mais caros.

Além disso, como os demais ramos, sofreu com a crise que assolou nosso pais e que reduziu o volume de atividades.

Uma composição que exige de um lado correção dos preços. Por outro lado, a impossibilidade em repassa-los. Consequentemente, isso condenou diversas empresas do setor ao fechamento.

Lavanderias mesmo assim ainda são um bom negócio.

O Brasil tem hoje de 8000 lavanderias sendo 5225 delas em São Paulo. Destas, 1000 unidades são de lavanderias industriais

Para ter sucesso na operação hoje qualquer lavanderia precisa rodar enxuta em gastos e investir em treinamento e aumento de produtividade. Resumindo, tudo deve funcionar adequadamente, como as peças dentro de um avião.

Os funcionários tem que estar adaptados a novas práticas e o empresário, como piloto, tem que ter acesso a tudo e comando. Portanto, se a hora é de ajustes, somos especialistas em lavanderias industriais, vamos mudar?

Carlos Alberto Pompeu de Toledo  011-3382-1375

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Consultoria é um investimento?

Quando um empresário pensa em contratar uma empresa de Consultoria, seja de que ramo for, usualmente fica reticente. Seu receio: aumentar suas despesas.
Independentemente do problema que tenha, o valor despendido com uma Consultoria deve ser visto como um investimento.

Empresas de Consultoria só sobrevivem quando geram lucros a seus clientes. Portanto, os resultados precisam superar os seus custos.

Em conclusão,nunca deixe de orçar um serviço. Caso a consultoria perceba que tem poucas chances de êxito, serão os primeiros a dispensar o serviço e, com franqueza, lhe informar o porquê não realizarão o trabalho.

Carlos Alberto Pompeu de Toledo

011-3382-1375   carlos@gcapts.com.br

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Cinco Erros Básicos do Pequeno Empreendedor

Cinco erros básicos do pequeno empreendedor que sonhou com o sucesso antes de abrir sua empresa mas, não estava preparado para alcança-lo.

1-Preocupar-se em aumentar suas vendas sem conhecer se o preço cobrado é maior que os custos do negócio. Quando se opera com prejuízo operacional, no entanto, quanto maior a venda , maior será o prejuízo.

2-Crescer numa velocidade superior a capacidade de financiamento do negócio, recorrendo a financiamento bancário. Causa sensível redução nas margens de lucro. Além disso, o risco eminente de perda do controle do negócio.

3- Não estudar adequadamente nem planejar suas vendas, seu fluxo de caixa ou o desempenho de seus colaboradores. Normalmente leva a empresa a dificuldades financeiras que seriam antecipadamente previsíveis e que poderiam ser evitadas.

4-Misturar as despesas da pessoa física com a da pessoa jurídica. É comum que o problema financeiro da empresa seja oriundo de um descontrole nas contas da pessoa física, que não será notado quando tudo está misturado.

5-Contratar pessoas desqualificadas para pagar pouco. Isso aumenta a responsabilidade do gestor que além de controlar seus negócios, terá que controlar e corrigir erros de seus colaboradores. Esse é o famosos barato que sai caro.

O convívio da empresa com as redes sociais.

Um estudo da universidade americana de Purdue, revelou números surpreendentes no Brasil.

Sob encomenda da empresa de softwares McAfee, foram ouvidos com 1.055 empresários em 17 países que adotaram tecnologias 2.0.

De todas as empresas pesquisadas, 90% utilizam redes sociais como Facebook ou Twitter.

Três entre quatro destas empresas informaram que estão lucrando com estas ferramentas.

Como o estudo foi realizado em empresas de maior porte, os 90% reduzir-se-iam a no máximo 10% se considerássemos o universo total com a inclusão das micro, pequenas e médias empresas.

Uma tendência que impactará internautas e empresários

A maior proximidade com o consumidor final pode gerar e está gerando retorno para as empresas que investiram nesse nicho. Entretanto, há um processo vicioso.

Os consumidores são, ao mesmo tempo, trabalhadores de outras empresas, e a utilização destes softwares tem sido combatida por provocar a perda de qualidade e tempo de trabalho.

Consequentemente, boa parcela dos lucros que alguns têm obtido com estas ferramentas tem origem em pessoas que desperdiçam o tempo de seu trabalho mergulhadas em redes sociais.

Ou seja, o lucro de um é o prejuízo de outro.

Calcula-se que no Brasil um terço das empresas impõem restrições ao uso de sites de relacionamento. Número que cresce a cada dia.

A restrição é vista, no entanto, com maus olhos pelos funcionários que, se esquecem que vendem suas horas de serviço e atenção às empresas.

Para que se tenha ideia, o tempo médio de cada login no Twitter é de 20 minutos; no Facebook é de 16 minutos. Boa parte desse tempo é desperdiçada nas empresas em horário de trabalho.

Como a tendência é que a cada dia as restrições no uso da internet no horário de trabalho sejam maiores, chegaremos a um ponto em que, consequentemente, os que lucram hoje não alcançarão amanhã números tão substanciosos. Em conclusão, terão que se voltar ao consumidor em suas horas vagas.

Estamos sendo escravizados

Não havia Facebook nem Twitter quando Lacordaire alertou: “Por toda parte onde se quer vender, o homem encontra compradores.”

Isso nos induz a pensar se não somos vítimas de um processo de servidão. Em outras palavras, usamos ou estamos sendo usados por esses sites e empresas?

Pela certeza que temos de que toda empresa visa o lucro, é necessário refletir!

“Adicionar” e “seguir”: termos de uso comum nessas ferramentas.

Se esses “seguidores”não se cuidam estão, na verdade, sendo seguidos e controlados.

Os “adicionantes”, se não atentarem, restarão colados como insetos à lâmpada quente, distanciando-se diariamente da vida real que, por si, é o que importa.

Vale a pena cada um pensar como nos atingem essas ferramentas na vida real, para não conhecer na pele o que pensava Benjamin Franklin: “Se comprares aquilo de que não careces, não tardarás a vender o que te é necessário.”

Carlos Alberto Pompeu de Toledo  011-3382-1375

carlos@gcapts.com.br

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Eterno recomeço

Constantemente nossas mentes são direcionadas a conviver com catástrofes de ordens diferentes.

Deslizamentos de terra, usinas engolindo cidades, a violência. Em outras palavras, sofrimentos, perdas de entes e de bens, destruição. Depois disso, só nos resta pensar melhor sobre a vida.

São tragédias que revelam algo pior que começar do zero: o recomeçar faltando muita coisa. Gente, parentes, amigos, ordem, ânimo – e vai por aí.

São como as crises, que aparecem como o vento e, da forma que vêm, vão, mas nunca sem deixar a marca de sua passagem.

Thomas Edison, aos 67 anos (ainda homem ativo), foi chamado às pressas, pois sua fábrica ardia em chamas.

Segundo seu filho, o fogo consumiu absolutamente toda a fábrica, carregando o trabalho de uma vida.

As calamidades tem o seu valor

No dia seguinte, literalmente o rescaldo de uma vida, o famoso inventor, revendo o que restara, refletiu:

“As calamidades têm seu valor. Todos os nossos erros pegaram fogo. Graças a Deus, podemos começar de novo.”

Em outro momento, o não menos famoso Henry Ford arrematou: “O fracasso é a chance de se começar de novo, com mais inteligência.”

Em nosso micro-universo do “eu”, temos também nossos tsunamis, conflitos e deslizes que, às vezes, nem são tão grandes como imaginamos. Mas fazem lá o seu estrago.

Como vivemos em sociedade, entretanto, temos a oportunidade de aprender com os exemplos da vida de outras pessoas.

Com isso, conseguimos reconstruir, também, nossos conceitos e ações. Quando comparamos estes acontecidos com nossa vida, reconhecemos:

Quantas vezes entramos em pânico por coisas pequenas?

Por quantas bobagens perdemos noites de sono?

Quanto medo temos de não arregimentar forças se uma tragédia nos levar embora o emprego, o dinheiro, os bens, ou parentes?

Temos tanta pena de nós mesmos que detemos a força de reação que existe dentro de nós e turvamos nossa capacidade de reconhecer, efetivamente, o que somos e do que somos capazes.

No trabalho, quantas vezes assistimos ao desespero tomar conta de toda uma empresa, do patrão ao empregado, tímidos e sentindo-se injustiçados quando são na verdade chamados ou compelidos a agir?

Dentro de casa, quantos momentos de insônia, preocupação e sentimento de incapacidade vivemos, no relacionamento, na educação dos filhos e na própria vida, sem notar que se fez outro momento de agir?

A lei é antiga, de Lavoisier: “Na natureza nada se cria e nada se perde, tudo se transforma.”

Fazemos exaustivamente outra vez

Começar de novo faz parte da vida. Faz com que nos transformemos e nos esqueçamos disso.

Reiniciamos de novo todo dia de manhã, vamos nos alimentar novamente após cada refeição, nos lavamos outra vez, nos vestimos de novo, enfim, fazemos tudo novamente como se fosse a primeira vez.

Só que a cada vez com mais experiência ao fazê-lo.

É hora de notarmos que somos seres criados para começar de novo, sempre. Por isso, ao invés de culpar aos negócios que estão difíceis ou aos relacionamentos complicados, devemos parar de reclamar e por mãos à obra do recomeço. Por mais difícil que se faça a paisagem e por maior que pareça o desafio.

A natureza tem voltado seus holofotes para isso. Já foi assim no passado com exemplos como o da própria potência chamada Japão, que é a mesma terra antes destruída pela Segunda Guerra Mundial (e reconstruída pela sua população) ou, de uma mundialmente famosa Honda Motors, que viveu dias de fracasso em situação de insolvência por três vezes, reagiu e hoje é uma corporação robusta.

Paro por aqui. Afinal, eu e você temos coisas urgentes a recomeçar.

Carlos Alberto Pompeu de Toledo  011-3382-1375

Carlos@gcapts.com.br

Proibição do uso de celulares por empresas

Quando um empregador contrata seu funcionário, está adquirindo horas definidas por lei.

Essas horas são vendidas pelos funcionários sob o nome de salário.

Assim, a partir do momento em que o funcionário vende suas horas à empresa, entregar o produto vendido é um pressuposto básico.

Salvo quando utilizado como ferramenta de trabalho, o aparelho celular é um instrumento de uso particular.

Assim, ao utilizá-lo no decorrer da jornada de trabalho, o funcionário estará se dedicando a seus interesses e não aos da empresa, deixando de entregar o que a ela vendeu.

Além disso, se a lei nos proíbe o uso do aparelho celular quando dirigimos, sob risco de a desatenção causar algum acidente, evidentemente seu uso em qualquer outro lugar tira a atenção.

Em trabalhos manuais e rotineiros, o uso do celular é elemento que potencializa a ocorrência de acidentes de trabalho.

Já no caso de trabalhos de ordem intelectual, a perda do foco leva ao que conhecemos por desperdício.

Seguindo o caminho das grandes Empresas proibir o uso de celulares particulares no horário de expediente faz todo o sentido.

Carlos Alberto Pompeu de Toledo Soares

carlos@gcapts.com.br