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Consultoria é um investimento?

Quando um empresário pensa em contratar uma empresa de Consultoria, seja de que ramo for, usualmente fica reticente por aumentar suas despesas, independentemente do problema que tenha. O valor despendido com Consultoria deve ser visto como um investimento. Qualquer empresa de Consultoria só sobrevive se gerar lucros a seus clientes, e estes resultados precisam superar os seus custos.
Nunca deixe de orçar um serviço.Caso a consultoria perceba que tem poucas chances de êxito, serão os primeiros a dispensar o serviço e, com franqueza,lhe informar o porque não realizarão o trabalho.

Cinco Erros Básicos do Pequeno Empreendedor

Cinco erros básicos do pequeno empreendedor que sonhou com o sucesso antes de abrir sua empresa mas, não estava preparado para alcança-lo.

1-Preocupar-se em aumentar suas vendas sem conhecer se o preço cobrado é maior que os custos do negócio. Quando se opera com prejuízo operacional, quanto maior a venda , maior será o prejuízo.

2-Crescer numa velocidade superior a capacidade de financiamento do negócio, recorrendo a financiamento bancário que causa sensível redução nas margens de lucro e risco eminente de perda do controle do negócio.

3- Não estudar adequadamente nem planejar suas vendas, seu fluxo de caixa ou o desempenho de seus colaboradores.Normalmente leva a empresa a dificuldades financeiras que seriam previsíveis com antecipação e poderiam ser evitadas.

4-Misturar as despesas da pessoa física com a da pessoa jurídica. é comum que o problema financeiro da empresa seja oriundo de um descontrole nas contas da pessoa física, que não será notado quando tudo está misturado.

5-Contratar pessoas desqualificadas para pagar pouco. Isso aumenta a responsabilidade do gestor que além de controlar seus negócios, terá que controlar e corrigir erros de seus colaboradores. Esse é o famosos barato que sai caro.

O convívio da empresa com as redes sociais.

Um estudo da universidade americana de Purdue, feito sob encomenda da empresa de softwares McAfee com 1.055 empresários em 17 países que adotaram tecnologias 2.0, revelou números surpreendentes no Brasil. 90% das empresas brasileiras pesquisadas utilizam redes sociais como Facebook ou Twitter e três entre quatro destas empresas informaram que estão lucrando com estas ferramentas.

Como o estudo foi realizado em empresas de maior porte, os 90% reduzir-se-iam a no máximo 10% se considerássemos o universo total de empresas, com a inclusão das micro, pequenas e médias empresas. Mas o fato é que se evidencia uma tendência que impactará não só os internautas mas também os empresários.

O contato mais próximo que as empresas conseguem com seu consumidor final pode gerar e está gerando retorno para as empresas que investiram nesse nicho. Mas há um processo vicioso: os consumidores são, ao mesmo tempo, trabalhadores de outras empresas, e a utilização destes softwares tem sido combatida por provocar a perda de qualidade e tempo de trabalho. Boa parcela dos lucros que alguns têm obtido com estas ferramentas tem origem em pessoas que desperdiçam o tempo de seu trabalho mergulhadas em redes sociais.

Ou seja, o lucro de um é o prejuízo de outro.

Calcula-se que no Brasil um terço das empresas impõem restrições ao uso de sites como o Facebook, e o número cresce a cada dia. Essa restrição é vista, algumas vezes com maus olhos pelos funcionários, que se esquecem que vendem suas horas de serviço e atenção às empresas. Para que se tenha idéia, o tempo médio de cada login no Orkut é de 25 minutos; no Twitter, 20 minutos; no Facebook, 16 minutos. Boa parte desse tempo é desperdiçada nas empresas em horário de trabalho. Como a tendência é que a cada dia as restrições no uso da internet no horário de trabalho sejam maiores, chegaremos a um ponto em que, eventualmente, os que lucram hoje não alcançarão amanhã números tão substanciosos e terão que se voltar ao consumidor em suas horas vagas. Isso mudará o cenário pois, a meu ver, Facebook e Twitter, têm um apelo maior como distração no horário de trabalho do que quando concorrerem somente com nossos momentos de diversão.

Não havia Facebook nem Twitter quando Lacordaire alertou: “Por toda parte onde se quer vender, o homem encontra compradores.” Isso nos induz a pensar se não somos vítimas de um processo de servidão. Usamos ou estamos sendo usados por esses sites e empresas?

Pela certeza que temos de que toda empresa visa o lucro, é necessário refletir!

“Adicionar” e “seguir” são termos de uso comum nessas ferramentas. Tenho a percepção que os seguidores, se não se cuidam, estão na verdade sendo seguidos e controlados. Os “adicionantes”, se não atentarem, restarão colados como insetos à lâmpada quente, distanciando-se diariamente da vida real que, por si, é o que importa.

Vale a pena cada um pensar como nos atingem essas ferramentas na vida real, para não conhecer na pele o que pensava Benjamin Franklin: “Se comprares aquilo de que não careces, não tardarás a vender o que te é necessário.”

Eterno recomeço

Foram poucos meses, ou dias, e nossas mentes foram direcionadas a conviver com catástrofes de ordens diferentes e que nos remetem a pensar melhor sobre a vida.

Deslizamentos de terras no Rio de Janeiro, com todo o sofrimento do caos e das perdas de entes e de bens; discórdias de cunho político no Oriente Médio levando desordem, mortes e destruição de coisas e incômodos, e a bocada do mar engolindo a costa do Japão são tragédias que revelam algo pior que começar do zero: o recomeçar faltando muita coisa. Gente, parentes, amigos, ordem, ânimo – e vai por aí.

São as chamadas crises, que aparecem como o vento e, da forma que vêm, vão, mas nunca sem deixar a marca de sua passagem.

Conta-se que Thomas Edison, aos 67 anos (ainda homem ativo, mas com o peso da idade), foi chamado às pressas, pois sua fábrica ardia em chamas. Segundo seu filho, o fogo consumiu absolutamente toda a fábrica, carregando o trabalho de uma vida. No dia seguinte, literalmente o rescaldo de uma vida, o famoso inventor, revendo o que restara, refletiu: “As calamidades têm seu valor. Todos os nossos erros pegaram fogo. Graças a Deus, podemos começar de novo.” Em outro momento, o não menos famoso Henry Ford arrematou: “O fracasso é a chance de se começar de novo, com mais inteligência.”

No nosso micro-universo do “eu”, temos também nossos tsunamis, conflitos e deslizes que, às vezes, nem são tão grandes como imaginamos. Mas fazem lá o seu estrago. Como vivemos em sociedade, entretanto, temos a oportunidade de aprender com os exemplos da vida de outras pessoas. Com isso, conseguimos reconstruir, também, nossos conceitos e ações. Quando comparamos estes acontecidos com nossa vida, reconhecemos: quantas vezes entramos em pânico por coisas pequenas? Por quantas bobagens perdemos noites de sono? Quanto medo temos de não arregimentar forças se uma tragédia nos levar embora o emprego, o dinheiro, os bens, ou parentes? Temos tanta pena de nós mesmos que detemos a força de reação que existe dentro de nós e turvamos nossa capacidade de reconhecer, efetivamente, o que somos e do que somos capazes.

No trabalho, quantas vezes assistimos ao desespero tomar conta de toda uma empresa, do patrão ao empregado, tímidos e sentindo-se injustiçados quando são na verdade chamados ou compelidos a agir?

Dentro de casa, quantos momentos de insônia, preocupação e sentimento de incapacidade vivemos, no relacionamento, na educação dos filhos e na própria vida, sem notar que se fez outro momento de agir?

A lei é antiga, de Lavoisier: “Na natureza nada se cria e nada se perde, tudo se transforma.”

Começar de novo faz parte da vida. Faz com que nos transformemos e nos esqueçamos disso. Reiniciamos de novo todo dia de manhã, vamos nos alimentar novamente após cada refeição, nos lavamos outra vez, nos vestimos de novo, enfim, fazemos tudo novamente como se fosse a primeira vez – só que a cada vez com mais experiência ao fazê-lo.

É hora de notarmos que somos seres criados para começar de novo, sempre, e em vez de de culpar aos negócios que estão difíceis ou os relacionamentos complicados, parar de reclamar e por mãos à obra do recomeço, por mais difícil que se faça a paisagem e por maior que pareça o desafio.

A natureza tem voltado seus holofotes para isso. Já foi assim no passado com exemplos como o da própria potência chamada Japão, que é a mesma terra antes destruída pela Segunda Guerra Mundial (e reconstruída pela sua população), ou de uma mundialmente famosa Honda Motors, que viveu dias de fracasso em situação de insolvência por três vezes, reagiu e hoje é uma corporação robusta.

Paro por aqui. Afinal, eu e você temos coisas urgentes a recomeçar.

Proibição do uso de celulares por empresas

Quando um empregador contrata seu funcionário, está adquirindo horas definidas por lei, horas estas que são vendidas pelos funcionários sob o nome de salário. Assim, a partir do momento em que o funcionário vende suas horas à empresa, entregar o produto vendido é um pressuposto básico.

Salvo quando utilizado como ferramenta de trabalho, o aparelho celular é um instrumento de uso particular. Assim, ao utilizá-lo no decorrer da jornada de trabalho, o funcionário estará se dedicando a seus interesses e não aos da empresa, deixando de entregar o que a ela vendeu.

Além disso, se a lei nos proíbe o uso do aparelho celular quando dirigimos, sob risco de a desatenção causar algum acidente, evidentemente seu uso em qualquer outro lugar tira a atenção. Quando se fala de trabalhos manuais e rotineiros, o uso do celular é elemento que potencializa a ocorrência de acidentes de trabalho. Já no caso de trabalhos de ordem intelectual, a perda do foco leva ao que conhecemos por desperdício.

Diante do exposto e seguindo o caminho das grandes Empresas proibir o uso de celulares particulares no horário de expediente faz todo o sentido.

Carlos Alberto Pompeu de Toledo Soares

carlos@gcapts.com.br

O empresário e o consumo consciente do crédito

Segundo o indicador da Serasa Experian, a inadimplência do consumidor teve a quinta alta consecutiva no último mês de setembro e as expectativas apontam para a continuidade deste aumento.

Basta entrar numa agência bancária, ter um cartão de crédito, ou abrir uma correspondência em casa e estamos na mira de peças de marketing oferecendo facilidades para o crédito ao consumidor e também às empresas. Hoje o empresário não precisa mais sentar à frente do gerente de seu banco para justificar as razões de sua necessidade. Por ser fácil, tomar empréstimos pode se tornar uma atitude impulsiva e extremamente danosa. Ao tomar o dinheiro o empresário resolve de imediato o que lhe incomoda, o desconforto financeiro de sua empresa, porém, esse paliativo oculta ou desvia o foco do que seria importante descobrir e resolver- Por que o dinheiro não tem sido suficiente?

Rashi, rabino francês que viveu no século X, alertava: os juros cobrados no empréstimo são como picadas de cobra.

Peças de marketing como essas deveriam ser catalogadas como propaganda enganosa e seus responsáveis punidos por mentir deslavadamente dizendo ao consumidor ter os mais baixos juros de mercado, quando sabemos que o juro pago, num país como o nosso, sai da normalidade para uma oficializada agiotagem.

Para as coisas boas vivemos num mundo globalizado onde nos comparamos com o que há de melhor lá fora. O mercado é o mundo. Entretanto, se o assunto é juros, o mundo globalizado não existe.

Como consultor especializado na recuperação de micro e pequenas empresas com dificuldades financeiras, tenho visto o estrago que essas mensagens fazem, até mesmo a pessoas que nada tem de desavisadas.

Quando buscamos as causas das dificuldades financeiras das empresas que nos contratam, verificamos as questões de mercado, do produto, do preço e da forma de gestão. Em mais de 50% dos casos, o que descobrimos é um grau de endividamento alto e que, por vezes, chega ao descontrole e compromete a continuidade da empresa.

As razões comuns são bem diferentes das imaginadas pelos dirigentes: aquisição de automóveis financiados para uso do proprietário da empresa, máquinas para atender a uma demanda de produtos que nunca existiu, retiradas de sócio num montante correspondente à necessidade da pessoa física, independentemente de sua capacidade de geração da riqueza e, o grande vilão, novos empréstimos contraídos em volume cada vez maior com a intenção de honrar empréstimos anteriores.

Apesar de disporem do registro de todas as suas despesas, poucos são os empresários que se sentam para estudar esses apontamentos e avaliar o que não tem dado certo e a forma de proceder para corrigir. Conhecerão a essência do dito pelo também francês La Bruyére: “O aborrecimento entrou no mundo pela mão da preguiça.”

A utilização do crédito de terceiros é compreensível quando tratamos de soluções para problemas inesperados de curto prazo ou de aumentar a capacidade de investimento, desde que os retornos considerem todos os custos inerentes à operação.

Na era do empréstimo fácil e do cheque pré-datado, quando,como se diz por aí, empurramos o problema com a barriga, numa nunca realizável expectativa de que ele se resolva por si mesmo, alimentamos a ciranda dos lucros bancários e conseguimos aumentar a potência de nossa “dor de barriga”.

Consciente, por definição, é aquele que tem ciência, conhece bem o que faz ou o que deve fazer. Posto isto, o consumo consciente de crédito é aquele que serve para resolver problemas, nunca para afastar seus sintomas.

Uma escolha muda o futuro

Uma das dificuldades do ser humano com que deparamos na vida são pessoas que vivem com constância a ansiedade. A ansiedade é fruto do medo que temos de sermos responsabilizados se errarmos ou de que venhamos a sofrer por nossas próprias escolhas.

Escolher é preferir, eleger, achar melhor, fazer uma seleção entre algumas coisas, optar. Parece simples mas não é. Junto à escolha vem a dúvida. A consciência de que somos seres falíveis faz com que não confiamos plenamente em nossas escolhas, o que gera a ansiedade. Quando constante, ela acaba inibindo outras futuras escolhas num processo vicioso. Lidamos muito mal com a necessidade assumir a responsabilidade de nossos próprios erros, o que deveria ser algo comum se compreendêssemos que somos seres em aprendizado constante. É por isso que o mundo moderno valoriza quem tem maior facilidade para escolher caminhos. São pessoas com menor medo de errar ou menos dúvidas.

Fugir das escolhas? Impossível. Mesmo quando teimamos em postergá-las, estamos escolhendo pelo continuísmo. Ou seja, é inerente ao ser humano fazer escolhas. Jessamyn West, escritora americana deu uma definição que julgo fantástica sobre o assunto: “Você faz o que parece ser uma simples escolha: escolhe um homem, um emprego, ou um bairro – e o que você escolheu não é um homem, um emprego, ou um bairro, mas uma vida.” Está claro que nos fazemos a partir das escolhas feitas por nós mesmos.

Aprendemos com o erro, mas a dificuldade para assumir a responsabilidade por nossas más escolhas dissemina na vida social outro mal, chamado de culpa. Como não saboreamos ver nossos erros, sempre procuramos alguém a quem culpar. O governo, os bancos, outras pessoas, funcionários. Raramente surpreendemos a culpa onde ela está – grande parte das vezes, em nós. William Jennings Bryan definia: “Destino não é uma questão de sorte, mas uma questão de escolha; não é uma coisa que se espera, mas que se busca.” Assim, se pretendemos mudar o nosso futuro, temos que parar de nos esconder do erro ou da culpa, e isso só depende de nós. Quando erramos adquirimos a experiência para não repetir a falha no momento presente, e o momento presente é sempre o tempo de outra escolha e de ação. Concordo com Dan Miller: “Às vezes, o maior risco é não se arriscar”.

Muitos vivem num comodismo. Não pensar com cuidado e abrangência nas suas escolhas e, por isso mesmo, erram. São os que vivem constantemente numa profecia auto-realizável. De tanto medo de escolher mal, escolhem mal.

Nossas escolhas mudam nosso futuro, de sorte que viveremos nossas escolhas. Por essa razão devemos nos ocupar mais em avaliar as opções que temos e como elas impactarão em nossas vidas. Afastar o comodismo de escolhas que parecem mais fáceis e buscar escolhas racionais que nos reforcem a confiança afastando a ansiedade.

Ser consciente é re-significar isso dentro de nós. Compreendendo que, nesse caso, consciência é sinônimo de escolha.

O que os jovens procuram

Segundo uma pesquisa da Cia dos Talentos com 39 mil universitários e recém-formados no Brasil, Argentina e México, os jovens buscam nas empresas um bom ambiente de trabalho, desenvolvimento profissional e qualidade de vida. Três buscas muito subjetivas. São novas riquezas que esperam estes trabalhadores do futuro. Sai de cena o dinheiro, a visibilidade, o poder. Será?

Antes de tudo, é melhor definir com exatidão o que vem a ser a palavra riqueza. Riqueza não é ter muito dinheiro. Riqueza é tudo aquilo que nos toca o coração. Posso ser rico em saúde, rico em idéias, rico em amigos – e posso também ser rico em posses, se isso toca meu coração.

Invariavelmente quem monta um negócio busca, no fundo, alimentar alguma riqueza. Quem vai trabalhar nesse negócio quer, também, alimentar suas riquezas. Há empresas que se preocupam pouco com o lucro em reservas financeiras, mas fazem questão de investir qualquer destas sobras na visibilidade do negócio ou de seus sócios. A riqueza aí intrínseca é a visibilidade.

Como vemos, nossos jovens estão certos ao procurar esse equilíbrio interior que nos aproxime do que se chama de felicidade, mas esperam que a empresa lhes forneça essa conquista, o que nunca ocorrerá. Se os jovens buscam isso nas empresas vão se iludir até o dia em que compreenderem que somente eles mesmos têm a capacidade de conquistar esse equilíbrio. Vale a citação do filósofo Huberto Rohden: “Nunca farei depender a minha felicidade de algo que não dependa de mim”.

Querer um bom ambiente de trabalho por si só não é uma riqueza. A harmonia no ambiente de trabalho é somente coadjuvante. Sentir-se bem com o trabalho em geral, sentir-se satisfeito, isso sim é uma riqueza. Nisso o ambiente externo tem alguma interferência, mas ela é pouca. Para sentir-se bem com o trabalho e no trabalho é fundamental que a pessoa esteja de bem consigo mesma. Quem não está bem consigo pode estar no melhor ambiente que, ainda assim, não estará bem. Filosoficamente isso é ainda mais complexo, uma vez que um bom ambiente para um não é necessariamente um bom ambiente para outro, ainda que geograficamente estejamos falando do mesmo local.

Desenvolvimento profissional? Desenvolver é aumentar as capacidades intelectuais ou progredir. É óbvio que quando se fala em desenvolvimento profissional, não estamos tratando somente da aquisição de conhecimentos, mas, muito mais, da capacidade em receber salários maiores. Ou seja, o dinheiro não sai de cena.

Ter qualidade de vida envolve estar bem física, mental, psicológica e emocionalmente, manter relacionamentos sociais, educação e poder de compra. O trabalho em si fornece somente a capacidade de compra. As demais características para se ter qualidade de vida independem do trabalho e, portanto, independem da empresa.

Temos uma enorme dificuldade para compreender melhor as questões mentais, psicológicas e emocionais. Não aprendemos isso na escola. Esta compreensão vem de aprender consigo mesmo e com o exemplo que os outros nos fornecem em diversas situações de nossas vidas.

Posso dizer-me jovem, afinal, depois dos 45, meus desejos são literalmente os mesmos de um recém-formado. O que nos diferencia é que procuramos saciar estes desejos em lugares diferentes.